domingo, 5 de junho de 2016

Sai mais barato mandar filho(a) para intercâmbio do que mantê-lo(a) no Brasil

Convivo aqui no meu escritório com duas realidades:
- de um lado: pais e adolescentes que se programaram para estudar fora. É um público com bastante informação, eu diria que pronto. Este público já não fala mais em estudar um ano fora, mas sim em estudar 2 anos no exterior  e aproveitar para ingressar em uma universidade por lá mesmo. E o que contribuiu para esta mudança é a atual situação do Brasil e uma certa insegurança com as universidades brasileiras (isto é um outro capítulo);
- e de outro lado: pais e adolescentes que, diante da atual situação do mercado brasileiro, procuram por um intercâmbio para se preparar melhor para o que vem pela frente, para ter condições de concorrer em um mercado de trabalho, para ter outra visão de mundo, para saber lidar com as adversidades que os esperam. São os que tem vontade, mas que não se programaram ou que não tiveram condições para isso por uma série de razões. Este público tem uma cabeça cheia de sonhos e medos. E os medos ainda se resume aquela ideia de que intercâmbio sai caro, que se apega ao dólar alto.
Por conta disso, decidi ilustrar o que quero dizer, conforme quadro abaixo. E depois disso dá para repensar e não mais adiar projetos. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigada pelos seus comentários e considerações. Entraremos em contato em breve.